Pejotização e STF: modernização ou risco trabalhista? Entenda os limites para as empresas
Publicado originalmente em: ConJur
Ler matéria completa
A chamada pejotização – contratação de pessoas físicas como pessoas jurídicas – se tornou um dos temas mais sensíveis das relações de trabalho no Brasil. De um lado, empresas buscam modelos mais flexíveis e menos onerosos; de outro, a Justiça do Trabalho e o STF analisam os limites entre modernização e fraude à legislação trabalhista.
Quando a contratação por PJ esconde uma relação típica de emprego, com subordinação, pessoalidade, habitualidade e remuneração, há grande risco de reconhecimento de vínculo CLT, com cobrança de verbas trabalhistas e encargos retroativos.
O STF vem sendo chamado a definir balizas que reduzam a litigiosidade e tragam segurança jurídica, sem abrir espaço para modelos que esvaziem a proteção social garantida pela Constituição e pela CLT.
Pontos de atenção para as empresas:
- Evitar utilizar PJs apenas como forma de reduzir encargos trabalhistas;
- Formalizar contratos que reflitam a realidade da prestação de serviços;
- Garantir autonomia do prestador quando a relação for realmente empresarial;
- Revisar modelos de terceirização, parceiros e autônomos à luz das decisões recentes.
Dica da Asa Norte Consultoria:
Antes de adotar ou manter estruturas com pejotização, faça um diagnóstico trabalhista e tributário. Ajustes preventivos são muito mais baratos do que discutir o tema em juízo.
📲 Fale com um especialista da Asa Norte Consultoria pelo WhatsApp
Fonte:
ConJur
Crédito: Asa Norte Consultoria